Sociedade dos Juízes
Me condenam por um erro
E esquecem dos meus mil e incontáveis acertos
Vivo e convivo com seres que
Sorriem e anseiam por uma falha minha
Conselhos que não constroem,
Só destroem!
És julgado e só tens que aceitar que és culpado;
Justificativas e mais justificativas atrás da razão,
Mas a tua verdade não importa e nem conta;
Vives mas não vives!
Aparência firme, e constante guerra psicológica.
Riachos de lágrimas disfarçados de força
Escorrendo nestes leitos, lágrimas de dor disfarçadas de gargalhadas,
Estampando no rosto alegria de quem comigo não se importa.
De Bilma Penga, em Sociedade dos Juízes
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